O filme, de 42 minutos, mostra a situação da desigualdade social na Zona Sul de São Paulo por meio da figura de Dagmar Garroux, conhecida como Tia Dag. Ela é a fundadora de uma das mais exitosas experiências de educação integral do Brasil, a Casa do Zezinho. A entidade trabalha desde 1994 com o desenvolvimento de crianças e jovens. No início eram 6 “Zezinhos”, hoje a Casa conta com mais de 1200 crianças e jovens.
A câmera do documentário passeia pelas ruas do Capão Redondo, Jardim Angela e Jardim São Luis –todos bairros da zona sul da capital paulista- e expõe o tempo todo a diferença existente entre as duas margens do rio Pinheiros. “O rio pinheiros divide o pobre dos ricos”, afirma o rapper Mano Brown. Tia Dag complementa:“A ponte do Rio Pinheiros é o muro de Berlim.”
Fonte: Instituto Hukha
Documentário sobre a questão racial no Brasil, a partir da letra da música "Carta à Mãe África" do rapper GOG. Em uma série de entrevistas são discutidos os vários mitos para se tentar driblar a noção de racismo, tentativas de sabotagem às políticas de compensação, entre outros temas.
Direção: Rafael Bessa
Em 2002, foi lançado o documentário "11 de Setembro", composto por curtas de 11 diretores de diferentes nacionalidades. Nas obras, cada diretor teve 11 minutos para expressar sua reflexão sobre o atentado às torres gêmeas em Nova York.
Em sua obra, Ken Loach, diretor chileno, morador do Reino Unido, traça um paralelo entre duas terças-feiras de 11 de setembro: o Chile de 1973, a presença do então governo americano (era Richard Nixon, o presidente; o secretário de Estado, Henry Kissinger) e os Estados Unidos de 2001, ano dos atentados contra o World Trade Center e o Pentágono.
O filme é construído sobre o depoimento do ator, compositor e escritor chileno Vladimir Vega. Preso e torturado durante a ditadura Pinochet, exilado em Londres, onde reside até hoje.
O Brasil é recordista mundial em uso de agrotóxicos - alguns já proibidos em outros países. A cada ano, o brasileiro consome cerca de 5 litros desses produtos, que podem causar de lapsos de memória até má formação fetal.
Os males causados nos trabalhadores do campo consomem 1,8% do PIB em assistência médica. Ainda assim, para conseguir crédito junto a bancos, o pequeno produtor é obrigado a utilizar sementes transgênicas e pesticidas.
Esses e outros equívocos da produção alimentar são expostos no filme O veneno está na mesa, realizado pelo documentarista Silvio Tendler como parte da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida. O coletivo de organizações responsável pela campanha faz o chamado à população para o debate e à ação em torno do tema. O que você pode fazer? Denunciar, divulgar, sugerir. Entre em contato com a Secretaria Operativa Nacional da Campanha para saber mais:
fones: (11) 3392-2660/ (11) 7181-9737
e-mail:
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skype: contraosagrotoxicos
"Tucuruí, A Saga de um povo" mostra que os mais de 25 anos de funcionamento da barragem de Tucuruí não significaram desenvolvimento para a região.
Movimento do Vídeo Popular de Goiânia e região disponibiilza material audiovisual resultado de oficinas realizadas em Centros de Internação de Adolescentes na cidade.
Baseado em poema de João Cabral de Mello Neto, Duas das Festas da Morte. O Nordeste é uma questão nacional em muitos sentidos. Não foi o clima que produziu o Nordeste como problema, mas os senhores donos da terra, gente de carne e osso que vive no chão e não nas nuvens. Nenhuma fatalidade obrigou o Nordeste a trabalhar a cana-de-açucar, a plantar o algodão, a criar o gado, mas os mesmos senhores da terra. O Nodeste não inventou o trabalho escravo, nem a exploração do trabalho das mulheres e das crianças, nem os imensos latifúndios. Foram os senhores donOos da terra que para cá vieram e cá ficaram. fato de não chover não produz miséria, assim como o fato de chover não produz riqueza. São os homens concretos. Por isso milhões de nordestinos ficaram sem trabalhar; assim se produziu a migração. Antes que o sol queimasse as costas dos imigrantes, queimou-se o fogo da concentração da terra.
1984. Direção Geraldo Sarno. 56':21".
"Café com leite" apresenta uma reflexão sobre o Mito da Democracia Racial no Brasil através de depoimentos dos professores da FFLCH-USP, Antonio Sérgio Guimarães, Kabengelê Munanga, a diretora do Geledés, Sueli Carneiro e o antropólogo Batista Félix.
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Alunos da pós-graduação da FFLCH como Mácio Macedo e Uvanderson da Silva também participam do debate. Os cineastas Jeferson De, Noel Carvalho e a atriz Zezé Motta traçam comentários sobre a Democracia Racial.
O documentário apresenta ainda trechos de filmes adaptados da obra de Jorge Amado, como "Jubiabá" e "Tenda dos Milagres", de Nelson Pereira dos Santos e "Assalto ao trem pagador" de Roberto Farias e também imagens da luta do negro no Brasil através do arquivo de Abdias do Nascimento.