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Reunião Ampliada Sudeste


Reunião Ampliada do Sudeste, objetivo fortalecer os coletivos estaduais, a região e a Comissão Nacional. Evoluir com as contradições e entender os eixos estratégicos para avançar rumo ao Projeto de Sociedade que...

Jornada Recid MS ao Encontro Nacional


Jornada Recid MS ao Encontro Nacional

        No último sábado (21) a equipe Recid MS realizou uma manhã de estudos com a participação de educadores (as) de ONGs, Associações e Entidades que de alguma forma...

Intermunicipal da Rede de Educação Cidadã/AM - As Mulheres e a Construção do Projeto Popular


Intermunicipal da Rede de Educação Cidadã/AM - As Mulheres e a Construção do Projeto Popular

O Intermunicipal das Mulheres aconteceu nos dias: 20 a 22 de janeiro de 2012 no Xare (Cimi) Br 174 /Km 22 Ramal da Escola Agrícola, com o tema: As mulheres e a...

juventude e movimentos sociais - construindo poder popular


juventude e movimentos sociais - construindo poder popular

Encontro Inter Municipal de Juventudes / Educação Popular, Juventude e os Movimentos Sociais Nós dias 16, 17, 18/12/2011, no município Barra do Bugres, na aldeia Indígena Umutina, as margens do Rio Paraguai, se realizou...

Organização Popular

  • Sem-teto montam acampamento no centro após reintegração de posse
    Sem-teto montam acampamento no centro após reintegração de posse 230 famílias foram despejadas na manhã desta quinta de um prédio no cruzamento das avenidas Ipiranga com São João

    Fonte: Radioagência NP
    Autora: Vivian Fernandes
     
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  • Pinheirinho recebe apoio nacional e internacional
    Pinheirinho recebe apoio nacional e internacional

    Fonte: Brasil de Fato

    Protestos contra a repressão aos moradores da ocupação se espalharam pelo Brasil e chegaram a outros países

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  • Definidas as bases para continuidade da parceria entre ASA e MDS
    Definidas as bases para continuidade da parceria entre ASA e MDS

    Fonte: Ascom/ASA

    A Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA) e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) firmaram, nesta quinta (26), em Brasília, as bases para formatação de dois novos Termos de Parcerias que permitirão a continuidade das políticas de convivência com o Semiárido executadas pela ASA, garantindo água para beber e produzir alimentos para as famílias do meio rural. A parceria se materializa no apoio ao Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC) e ao Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2), da ASA e inseridos no Programa Água para Todos do governo federal.

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  • Ao vivo: Conexões Globais 2.0 no FST 2012
    Ao vivo: Conexões Globais 2.0 no FST 2012 O tema do ativismo digital e do direito à informação e seus temas correlatos ganha espaço no FST 2012. O evento Conexões Globais 2.0 acontece de terça-feira a sábado na Casa Mário Quintana, em Porto Alegre e tem foco em alguns dos processos que mais causarão impacto entre as sociedades, em 2012 e nos próximos anos. Debaterá crise do capitalismo e a possível invenção de uma democracia 2.0. Para isso colocará lado a lado participantes de movimentos como a Primavera Árabe, os Indignados, o Occupy em Nova York e Londres e representantes de governos.

    Acompanhe ao vivo, pelo site especial da EBC, a programação do Conexões Globais:

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  • Sindicatos e entidades repudiam invasão policial do Pinheirinho
    Sindicatos e entidades repudiam invasão policial do Pinheirinho

    A ação da Polícia Militar do Estado de São Paulo, iniciada neste domingo, dia 22, na Ocupação Pinheirinho, em São José dos Campos, é o retrato da irresponsabilidade, truculência e covardia dos governos Geraldo Alckmin (PSDB) e Eduardo Cury (PSDB). Um efetivo de dois mil homens invadiu de surpresa a ocupação às 6 horas da manhã e mantém a área sitiada.

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Políticas Públicas

  • Incra reconhece mais uma comunidade quilombola na Paraíba
    Fonte: Folha do Sertão

    O estado da Paraíba teve mais uma comunidade remanescente de escravos reconhecida como comunidade quilombola pelo Incra. Portaria de 10 de Janeiro deste ano, assinada pelo presidente do INCRA, Celso Lacerda, reconhece e declara a comunidade Pedra D’Água, no município de Ingá, a 95 quilômetros de João Pessoa, no Agreste paraibano, Zona da Mata Sul, como terras da comunidade remanescente de quilombola.
  • Governo aumenta em 19,4% gastos com Bolsa Família em 2011
    Governo aumenta em 19,4% gastos com Bolsa Família em 2011

    Incremento se deve ao reajuste do benefício pago a crianças e jovens e inclusão de grávidas no programa

    No primeiro ano de gestão Dilma Rousseff, o governo federal gastou 19,4% a mais com o programa Bolsa Família, superando a meta de inclusão de 320 mil novos beneficiários. Em 2011 foram transferidos R$ 16,699 bilhões a 13,352 milhões de famílias brasileiras, contra R$ 13,4 bilhões do ano anterior. De acordo com balanço divulgado nesta sexta-feira, 30, pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, o aumento se deve ao reajuste de 45% no benefício variável pago a crianças e adolescentes de até 15 anos e de 15% para jovens entre 16 e 17 anos, além da inclusão de grávidas e de mulheres que amamentam.

  • 39 VEZES MAIS
    39 VEZES MAIS

    39 VEZES MAIS!

    “Ricos têm renda 39 vezes maior que a dos pobres – Dados mostram que desigualdade social ainda persiste no país, mesmo após incremento dos programas de transferência de renda” (Estado de São Paulo, 17.11.11)

  • Abrandh oferece curso gratuito sobre DHAA e Sisan
    Abrandh oferece curso gratuito sobre DHAA e Sisan

    A Ação Brasileira pela Nutrição e Direitos Humanos (Abrandh) abriu
    inscrições para o curso "O Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) e
    o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan)".

  • Brasília sedia Seminário Internacional Marco Regulatório das OSCs
    Brasília sedia Seminário Internacional Marco Regulatório das OSCs

    Começou nesta quarta-feira, dia 09, o Seminário Internacional sobre o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (OSCs), realizado pela Secretaria-Geral da Presidência da República.  A abertura ocorreu no Auditório do Anexo I do Palácio do Planalto e encerra nesta sexta-feira, 11 de novembro.

Educação e Cultura

  • 7° Simpósio “Educação Popular: princípios e práticas”
    7° Simpósio “Educação Popular: princípios e práticas”

    A Pontifícia Universidade Católica de Goiás, através da Pró Reitoria de Graduação promove o 7° Simpósio da Unidade Acadêmico Administrativa de Educação da PUC de Goiás nos dias 28, 29 e 30 de novembro de 2011, intitulado "Educação Popular: princípios e práticas".

    O Simpósio de Educação da Unidade Acadêmico Administrativa de Educação - EDU da PUC Goiás, em 2011, encontra-se em sua 7ª edição. Há muito a comemorar: 62 anos do Curso de Pedagogia; 31 anos da Coordenação de Pós Graduação Lato Sensu - CPGLS; 30 anos do Programa de Educação e Cidadania - PEC e 12 anos do Programa de Pós Graduação em Educação - PPGE. Neste contexto, há que se destacar a trajetória do Departamento de Educação da PUC Goiás na construção de um projeto de Educação e de Sociedade comprometido com a compreensão e a transformação da sociedade.

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  • IV ENCONTRO SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO: DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO E INCLUSÃO TECNOLÓGICA.
    IV ENCONTRO SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO: DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO E INCLUSÃO TECNOLÓGICA.

    O evento faz parte do PROJETO PROCAD 2011, existente entre a UFSC, PUCPR, UNIBRASIL e UNISANTOS tendo como temática DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO e INCLUSÃO TECNOLÓGICA. Movimentos rumo à sociedade democrática do conhecimento. Haverá transmissão pela internet.

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  • 10% do PIB para a educação já!

    1. A educação pede socorro:

    O orçamento geral da União de 2010 foi de R$1,4 trilhão de reais. Este valor é dividido, como gasto público, com base nas prioridades do Governo Federal. Foram destinados R$635 bilhões (44,93%) do total do orçamento a pagamentos de juros e amortizações das dívidas do Governo Federal, enquanto a educação recebeu somente 2,89% do valor total.

    Neste processo de priorizar o pagamento das dívidas e o financiamento de projetos do capital, crescem as iniciativas sociais de “recuperação da educação pública brasileira”, protagonizadas pelas organizações sem fins lucrativos (ONG´s).

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  • Ideal de ensino libertário continua contribuindo com aprendizagem
    Ideal de ensino libertário continua contribuindo com aprendizagem
    Desirèe Luíse

    Do Portal Aprendiz

    Na busca do ideal de educação fundamentada na democracia e na tolerância, Paulo Freire fez história. Em pleno século XXI, a proposta do educador brasileiro está presente tanto no legado de suas obras como na atualidade de seu pensamento. Nesta segunda-feira (19/9), Paulo Freire completaria 90 anos. Comemorações do seu nascimento acontecem desde o início do ano em todo o país.

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  • Telesur, seis anos de telejornalismo transformador
    Telesur, seis anos de telejornalismo transformador No terreno simbólico, quanto mais os povos vão tornando-se conscientes da prática cada vez mais hegemônica do jornalismo delinqüente, como agora se revela pelo fechamento do jornal News of the World, na Inglaterra, a Telesur caminha conquistando credibilidade consolidando um jornalismo de missão pública. A emissora vem conseguindo cada vez mais visibilidade mundialmente, comprovando o acerto de uma decisão que era considerada visionária, e vai levando na prática jornalística o seu lema “Nosso norte é o sul”.
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Geral

  • Carta Pedagógica – RECID/SP - Janeiro de 2012
    Carta Pedagógica – RECID/SP -  Janeiro de 2012

    O ano de 2011 foi marcado por muitas atividades no Centro Maria Mariá, que de modo especial gostaríamos de partilhar os ciclos de seminários envolvendo a cultura Hip Hop que é um espaço majoritariamente masculino junto com a discussão de gênero nos colégios da rede pública municipal aqui no distrito do Jardim Ângela patrocinado pelo programa VAI  da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo o qual nos possibilitou trabalhar com mais dedicação a tarefa de formação visto que o financeiro tinha este respaldo.

    Estas poucas linhas que estamos escrevendo são muito mais no sentido de compreensão das pedras e flores encontradas no caminho da nossa participação no VAI  onde tentamos vivenciar e partilhar o que entendemos como metodologia popular crítica, o que para nós em muitos momentos foi nos apresentando montanhas de tão altas que eram as pedras. Tivemos como objetivo, resgatar a cidadania, os direitos humanos, os direitos da mulher e os sentimentos de solidariedade e identidade entre os grupos de jovens da comunidade. Tivemos como pretensão realizar ações preventivas contra a violência de gênero e o risco da criminalização das mulheres. O que ocorreu através da discussão de gênero trazendo junto o elemento Hip Hop na intenção de integrar a juventude com a qual escolhemos dialogar.

     Vivemos no decorrer das atividades uma fase em que, mais do que outra qualquer tivemos a necessidade de demonstrar o que de fato acreditamos e confiamos ser um caminho possível para a realização concreta da formação em gênero, porém nos deparamos com um público engessado de pensamentos e atitudes, onde buscamos demonstrar que estávamos abertos para o diálogo em busca  da superação de situações limites as quais estes jovens nos trouxeram.

     Porém como todo desafio, este nos trouxe algumas dificuldades, a emergência polêmica cultural em torno da natureza e função da mulher na sociedade provocou uma nova ótica de ressignificação da sexualidade humana.

     Apesar da ocorrência de todas as transformações, no século passado, nas relações de gênero, ainda hoje persiste o quadro de “dominação masculina”. As discussões de gênero implicam em admitir normas, valores, percepções e representações que acompanham a vida de cada sujeito, legitimando sua identidade numa relação de diferentes hierarquias.

     A complexidade e pluralidade das identidades subjetivas e dos  questionamentos das lógicas de poder e de dominação, expressas nos sistemas de gênero, costumam questionar a naturalização que justifica as desigualdades sociais entre homens e mulheres. Isto implica em admitir que além dos fatores biológicos, psíquicos e sociais, outros aspectos podem interferir no desenvolvimento e expressão da sexualidade individual e coletiva.

     Mas também as flores estiveram presentes neste período quando por vezes  sentamos enquanto equipe organizadora e dialogamos sobre as expectativas e dificuldades e conseguimos dar passos significativos, na discussão com a propriedade da metodologia da educação popular crítica. Parece pequeno esse nosso buquê, mas as flores do entendimento e do diálogo que pudemos colher nos reanimaram ainda mais para irmos em busca de novos desafios que é manter este diálogo com os jovens para periferia.

     Porém neste momento, seguimos agora com novos desafios que são discutir sobre a prevenção da dependência química dos jovens e adultos, desenvolvermos meios de comunicação acessíveis a população e junto continuarmos fazendo a discussão de gênero. É importante as sementes lançadas a terra que nós pretendemos cuidar no sentido de estarmos o mais próximo possível das realidades locais na busca da superação das situações limites desses jovens e adultos no intuito de construir caminhos possíveis para trabalharmos para que como já dizia Paulo Freire “Não cabe os opressores libertar os oprimidos, mas os oprimidos libertarem a si mesmo e aos opressores”.

    Suzy Torres - Centro Maria Mariá  
    RECID/SP - Educadora Popular/Terapeuta Holística  - SP

  • Belo Monte inicia primeiro barramento do Xingu
    Belo Monte inicia primeiro barramento do Xingu

    Fonte: Xingu Vivo
    Autor:Ruy Sposati

    As primeiras intervenções de maior porte no Rio Xingu, relacionadas à construção de Belo Monte, já estão em andamento. No trecho que margeia o Sítio Pimental, onde ocorrerá o barramento do rio, os construtores da usina estão fazendo a primeira ensecadeira – pequena barragem provisória para desviar parte do curso da água e permitir que se trabalhe em seco na construção do “paredão” da barragem definitiva -, como constatou a equipe do Movimento Xingu Vivo para Sempre (MXVPS) neste domingo, 15.

  • Acampamento indígena é atacado com tiros no Rio Grande do Sul

    Fonte: CIMI
    Autor: Renato Santana

    Três projéteis percorreram, no início dessa semana, o acampamento indígena Ketyjug Tentu (Três Soitas), disparados de matagal vizinho à área onde vivem 13 famílias Kaingang, num total de 70 índios, no município de Santa Maria, região central do Rio Grande do Sul. Ninguém se feriu.  

  • A ditadura acabou. Falta avisar a polícia
    A ditadura acabou. Falta avisar a polícia

    Fonte: Carta Capital
    Autor: Fernando Vives

    Rezam os livros de história que, quando Dom João VI correu do Rio de Janeiro em 1821 de volta à Portugal, raspou os cofres e deixou um território gigantesco para ser administrado por seu filho, Dom Pedro. Este, sem muito talento para a coisa e de pires na mão, iniciou a história independente de um país que já nascia adiando suas necessidades e obrigações.

    Ou seja: nascia o Brasil que conhecemos.

    A partir daí, quase tudo o que constitui uma civilização ocorreu no Brasil tardiamente, e daquele jeito bem mais ou menos. Ou então ainda não ocorreu. A primeira universidade brasileira surgiu no século XX, centenas de anos após nossos vizinhos terem as suas. Escola pública universal é uma conquista recente, e só ocorreu quando a qualidade dela já não era das melhores. Os surtos de dengue se repetem a cada verão. E o respeito aos direitos humanos ainda está longe dos hábitos enraizados da sociedade.

    No último século, lampejos de uma democracia frágil e duas ditaduras, a de Getúlio Vargas e a dos milicos, acabaram por deturpar uma das instituições fundamentais para a evolução de uma sociedade: a polícia.

    O brasileiro aprendeu a ter medo de quem veste farda. Nos anos de chumbo, porque a polícia tinha poderes arbitrários para prender quem quisesse. Tem cara de terrorista? Vai preso. Tem cara de bandido? Vai preso. Está sem o R.G.? Vai preso. Está fazendo nada? Vai preso por vadiagem. E assim foi por muitos anos. Se perguntassem a um policial nos anos 1970 sobre qual era a prioridade de seu trabalho, a resposta padrão seria “manter a ordem”, e não “proteger a sociedade”. O cassetete virou política.

    Isso porque, na prática, a polícia defendia os governantes da própria população, porque uns queriam ser representados e outros se outorgaram o direito de representar. Estavam em lados opostos, algo que não faz sentido, em tese, em uma democracia – em que você pode cobrar quem elegeu como representante.

    A polícia é um exemplo de que a transição da Ditadura Militar para a democracia parece ser mais um capítulo dessa história brasileira na qual as coisas acontecem mais ou menos, das políticas que mudam mas não muito, da evolução que se dá do jeito que der e não do jeito que deveria ser. Podem ter existido casos isolados, mas nunca houve uma real e abrangente ruptura das estratégias policiais da Ditadura com a maneira como as polícias estaduais atuam hoje.

    Três fatos desta semana exemplificam esse fato: a ação da PM paulista na chamada Cracolândia, zona central de São Paulo tomada por viciados; a violência gratuita de um policial, também da PM paulista, contra um estudante da USP; a ação repressiva da polícia do Piauí contra estudantes que protestavam contra o aumento da passagem de ônibus.

    O que podemos fazer para acabar com o problema do crack no centro da maior cidade do País? Borrachada em viciado, impugindo-lhes propositalmente “dor” e “sofrimento”, relegando a segundo plano a ação de saúde pública e de assistência social. O que fazer com estudantes a protestar contra o aumento da passagem de ônibus? Borrachada neles, como se fossem revolucionários comunistas tentando tirar o milico de plantão no poder do País.

    É importante frisar que ser um policial competente no Brasil é um sacrifício digno de odisséias bíblicas. O salário é baixo, sobretudo se comparado ao risco que ele corre todos os dias. Quase nunca ele tem ao seu dispor uma boa estrutura para exercer o ofiício. E ainda tem grandes chances de receber instruções deturpadas no que se refere aos direitos humanos.

    As autoridades já deveriam há muito tempo ter criado uma política nacional para a ação policial, seja esta sob jurisdição estadual ou municipal. Polícia que bate sem contexto de legítima defesa é polícia subdesenvolvida. A incapacidade das corporações policiais em resolver os problemas sem o cassetete mostra um país a evoluir do jeito que dá e não do jeito que deveria ser. É o rescaldo da Ditadura, que nos lembra diariamente o quão longe ainda estamos de sermos uma civilização avançada, não importa o quão bem caminhe nossa economia.

  • Racismo no restaurante Nono Paollo abre feridas e deixa profundas lições
    Racismo no restaurante Nono Paollo abre feridas e deixa profundas lições

    Fonte: Geledes
    Autora: Sueli Carneiro

    Há coisas essenciais sobre o racismo no episódio ocorrido no restaurante Nonno Paolo com um menino negro.

    Eu não estava lá, mas pela reação de indignação da mãe da criança e seus amigos é lícito supor que a criança em questão, seja amada e bem cuidada, portanto, não estava suja e maltrapilha como costumam estar as crianças de rua que encontramos cotidianamente na cidade de São Paulo.

    Então, a "confusão" de quem a tomou, em princípio, por mais uma criança pedinte se deveu ao único traço com o qual a define a mentalidade racista: a sua negritude. Presumivelmente, o menino negro era o único "ponto escuro" entre os clientes do restaurante e para esse "ponto escuro" há lugares socialmente predeterminados dos quais restaurantes de áreas consideradas "nobres" da cidade de São Paulo estão excluídos.


  • JA Questionar o seguinte: qual é o benefício que estas riquezas…
  • Maria Conceição Menezes (Sãozinha) Que 2012 traga bons fluidos a todos e todas empenhados…
  • ContraMenegheti Direitos humanos para humanos Direitos!
  • RECID  Alagoas É isso aí, esse encontro foi muito bom, o nordeste…
  • chamada planeta
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