Considerada uma das mais importantes cenas do Hip Hop em todo o mundo, São Paulo esbanja mil razões que só reforçam o título de “berço do rap nacional”. Do Norte ao Sul, da Leste a Oeste, as manifestações artísticas surgem de todos os cantos da Paulicéia para evidenciar os quatro elementos da cultura através da dança, da música, das cores ou da poesia. Mais uma prova de toda esta vocação é o Projeto Rua D’Arte, queaconteceu Sábado, dia 06/08, nas dependências da escola E.E. Profª Josefina Maria Barbosa. (retirado do site Catraca Livre).
Borracha Beat Box A produção deste evento foi resultado da articulação entre dois projetos distintos envolvendo três organizações locais e a escola citada acima. Os projetos e organizações são as seguintes: o projetoRua D’Arte, do Coletivo Fora de Frequência, e o Hip Hop Conectando Quebradas: de Inocência a Maria da Penha, do Centro Maria Mariá em parceria com aAssociação A BancaPainel Tito (2 mil família) & Binho (3º Mundo)A produção do evento de abertura destes projetos totalizou a participação direta de 14 produtores culturais locais e 22 artistas, sendo 18 locais, pertencentes a 8 coletivos diferentes.A festa contou com a apresentação de Borracha Beat Box e discotecagens de DJ Rebeldia e DJ Bola e reuniu os 5 elementos da cultura Hip Hop (DJ, MC, dança de rua, conhecimento e o Graffiti). No elemento Graffiti tivemos artistas dos quatro cantos da cidade de São Paulo que marcaram presença no Rua D’Arte com suas intervenções. O projeto contou com a participação dos Graffiteiros: Binho da crew 3º Mundo residente da Z/N e um dos pioneiros dessa manifestação no Brasil e América Latina, Tito da crew 2 mil Família da Z/L, Grego da Z/S, Thiago Bender da Z/O e Rafael Patrese do Taboão da Serra.Binho, além do live paint(demonstração em pintura ao vivo), ministrou a 1ª oficina de Graffiti do Rua D'Arte que teve dois momentos. No primeiro momento rolou uma troca de ideia descontraída com os(as) educandos(as) sobre o Graffiti e seu dia-a-dia como artista aproveitou para observar algumas produções (desenhos) dos(as) educandos(as) e dar alguns toques. No segundo momento aconteceu a oficina prática no muro onde passou alguns exercícios de iniciação e deu orientaçõesimportantes de algumas técnicas de spray.
| Marinho no beat box e Alanshark na rima |
Alanshark do Fora de Frequência de improviso ministrou uma oficina de MC com alguns adolescentes presentes auxiliado por um de seus educandos mais antigos, Marinho no Beat Box.
| Alanshark ministrando oficina de MC |
Os Coletivos Fora de Frequência, Centro Maria Mariá e A Banca agradecem à tod@s que participaram com seu trabalho, arte e presença possibilitando que este evento acontecesse. Muito Obrigado à tod@s.

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A coordenação dos Movimentos Sociais do Rio Grande do Sul realizará nos dias 11 e 12 de abril de 2011, no Auditório Dante Barone, o l Fórum da Igualdade. Nesta primeira edição, será debatida a Democratização dos meios de comunicação e o Marco Regulatório.
A equipe de São Paulo está reunida entre os dias 10 e 11 de fevereiro para um Encontro de Planejamento e Socialização das ações da RECID. Mas em meio à programação do primeiro dia, todos saíram às ruas para o ato contra o aumento da tarifa de ônibus em São Paulo.
O mundo irá mudar depois destas revelações? A questão é saber qual das globalizações em confronto - a globalização hegemônica do capitalismo ou a globalização contra-hegemônica dos movimentos sociais em luta por um outro mundo possível - irá se beneficiar mais com as fugas de informação.
Em entrevista concedida a Rádios Comunitárias nesta quinta (02), o presidente Lula afirmou que é urgente a mudança no padrão de comunicação no país e pediu para os comunicadores populares ficarem alertas pois no próximo governo haverá mudança na regulação da área.
Assumir nossa responsabilidade seria a atitude mais corajosa para mudar nosso país, mas não apenas para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 com o compromisso principal de proteger os estrangeiros que estarão aqui. Claro que eles merecem segurança, mas porque não protegemos a nós mesmos e nos reinventamos como nação? O povo brasileiro não precisa de heróis, nem de vilões. O que vai levar à solução não é levantar as armas, mas o contrário: baixá-las. Pegando o jargão do filme Tropa de Elite II, que diz que “o inimigo agora é outro”, a pergunta que poderia vir junto voltada para nossa realidade é quem é este inimigo? O outro mesmo, ou nós mesmos? O artigo é de Luciana Burlamaqui.
Há na rede diferentes experiências com rádios e jornais comunitários; Percebe-se a utilização do recurso do teatro do oprimido presente em várias regiões; Temos utilizado também internet para socializar os documentos e textos;
Aparecem, nos relatos, experiências que abrem mão de diversas linguagens: cartas pedagógicas, publicações, música, mística, dança, linguagem corporal, dinâmicas de grupo, poesias, grafitagem, a fala, o teatro, os símbolos...
Já existem algumas experiências de rádio interna (feitas em momentos de encontro); Há também produção audiovisual de experiências;
Há experiências dos intercâmbios culturais e de pessoas que, além de vivenciar o que cada grupo faz em termos de cultura, também é processo de capacitação e formação;
Há experiências de produção boletins, cartilhas, banners, camisetas, bolsas e canetas...;
Produção de CDs de hip-hop e produção de programas de rádio articulado com a divulgação e difusão junto às rádios comunitárias;
Reuniões de coordenação estadual/regional/nacional para facilitar a comunicação, socializar informações e trocas das diferentes experiências;
Participação e realização de cursos para educadores na linha do aprofundamento da prática e de conceitos;
Registro das experiências em relatórios e fotografias; Encontros como formas de comunicação.
Problemas, contradições e desafios:
Não temos uma política de comunicação, o que faz com que a comunicação, em muitos casos, ainda seja espontânea e improvisada na Rede. Em razão disso:
Há pouco investimento de recursos financeiros e de energia na formação e capacitação para a comunicação, inclusive nas rubricas para o contato telefônico que é um dos principais meios utilizados para comunicação e articulação;
Não há pessoas, nos estados, que sejam responsáveis pela comunicação;
Não tem recursos destinados para investir nos processos de comunicação;
Falta de infra-estrutura que viabilize (computador, máquinas fotográficas, internet, distâncias, telefone...);
Falta de acesso às novas tecnologias, à energia elétrica...;
Dificuldade de acessar as pessoas que participam de nossos espaços, muitos não têm nem mesmo e-mail;
Falta de socialização da sistematização para a base.
Outro problema, no campo da linguagem, é a não há tradução de conceitos para as diferentes realidades e contextos e também a utilização da internet como única forma de comunicação em detrimento da comunicação pessoal e de outras formas de comunicação;
Falta também o intercâmbio permanente em todos os níveis, com a troca de experiências permanente entre as experiências e a divulgação das notícias da Rede. Há também uma dificuldade no diálogo com e entre os movimentos e entidades que participam da Rede.
Há também dificuldade de garantir o registro das oficinas e encontros (relatórios, imagens...); Dificuldade de sistematização permanente e dificuldade com modelos de relatórios; Dificuldade de fazer com que a base faça e mantenha a sistematização de suas histórias.
O que propomos:
OBJETIVO GERAL:
Consolidar, na Rede, a comunicação como um processo coletivo de construção do conhecimento, de humanização, de diálogo, de relações horizontalizadas e de expressão da diversidade, à luz do Projeto Político Pedagógico, tendo em vista a perspectiva da transformação social.
Linhas de ação e atividades:
1 - Garantir recursos, infraestrutura e tecnologia para aprimorar os processos de comunicação da Rede
- Em todos os níveis, captar recursos e/ou garantir que nos próximos convênios essas demandas sejam asseguradas nas rubricas.
2 - Desenvolver um processo de formação de educadores(as) populares na área de comunicação
- Realizar momentos de capacitação técnica;
- Realizar formação para a leitura crítica dos Meios de Comunicação de Massa;
- Utilizar as diferentes formas de comunicação (teatro, dança e outras) como elementos de formação;
- Proporcionar o aprofundamento teórico dos educadores(as);
- Aproveitar e potencializar a participação nos cursos de comunicação e formações que já existem.
3 - Facilitar o intercâmbio entre as experiências e pessoas da Rede nos níveis local, estadual, macrorregional e nacional
- Potencializar o recurso das cartas pedagógicas e da carta social;
- Utilizar e potencializar o site da Rede;
- Utilizar e-mails: listas, grupos virtuais, e-mails e senhas comuns;
- Favorecer o intercâmbio de educadores(as) e de experiências em todos os níveis;
- Estimular processos de comunicação interpessoal nos diferentes níveis por meio de dinâmicas de grupo, etc;
- Potencializar as listas de endereço para troca de cartas (colocar o endereço real e não apenas o virtual, nome e apelido) para a base;
- Participar de atividades de outras organizações da sociedade civil e governos.
4 - Integrar as lutas da sociedade civil no campo da democratização da comunicação
- Identificar os grupos que já atuam neste campo (Exemplos: Adital, Associação Mundial de Rádios Comunitárias, Rede de Mulheres no Rádio, Mídia Independente, Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, Abraço, Intervozes...);
- Participar de atividades, ocupar e organizar fóruns, etc;
- Divulgar textos e ações destes grupos;
- Estimular a assinatura de veículos de comunicação alternativa: jornal Brasil de Fato, Mídia Independente, Adital, Caros Amigos, Agência Carta Maior e outros.
5 - Dar visibilidade às ações da Rede
- Criar sites, blogs e fóruns;
- Utilizar as cartas pedagógicas;
- Desenvolver e estimular a produção de audiovisual;
- Desenvolver e estimular a produção radiofônica, trabalhar uma rádio interna nos momentos de encontro; Ter rádios em movimento e intinerantes e investir em rádio poste;
- Divulgar na internet, via youtube, ações audiovisuais e da Rede;
- Estimular a produção de publicações;
- Estimular a produção de boletins e jornais;
- Criar boletins e rádios online;
- Ter um boletim nacional impresso (definir periodicidade);
- Divulgar ações, experiências, banners da rede em outros espaços.
6 - Articular e potencializar o campo da produção cultural e simbólica na Rede
- Mapear e fazer circular as produções culturais e simbólicas;
- Organizar publicações, poesias, músicas produzidas pelos educadores(as);
- Organizar bibliotecas e dvdtecas.
7 - Garantir a comunicação da diversidade (raça, geração, religiosa, cultural, etnia, gênero, sexual...)
- Utilizar diferentes linguagens (cordel, elementos do hip-hop, teatro, música, poesia, dança, expressão corporal, símbolos, cultura popular) e recursos para trabalhar com os diferentes grupos (hip- hop, indígenas, quilombolas, jovens, mulheres) na linha de traduzir os conteúdos e compreender e dialogar com as diferentes visões de mundo e cosmovisões...
- Nos encontros, em todos os níveis, garantir que a ambientação, a culinária, a mística e as noites culturais trabalhem essas diversidades...
Cuidado: não divulgar informações que possam comprometer ações dos parceiros da Rede.
A qualidade implica na autocrítica, no estabelecimento de metas e objetivos, no seu alcance e na avaliação contínua de práticas e processos. O jornalismo não apenas oferece produtos informativos, mas também se insere nas sociedades como um importante elo entre os públicos, ajudando a formar opinião, estabelecendo consensos, alimentando-se de controvérsias. Portanto, discutir qualidade no jornalismo está intimamente ligado ao exercício da crítica de mídia, à reflexão sobre democracia e responsabilidade social. Está também atrelado ao debate sobre a ética, a formação dos novos jornalistas, a inovação e a busca da excelência técnica. Tratar de qualidade conjuga preocupações de ordem econômica, política e metodológica, aspectos que auxiliam a construir novas bases para o jornalismo.
Corre solta na internet uma guerra – e, como toda guerra, sem qualquer ética – de manipulação da informação, agora tendo como aliados partidos de oposição e os setores mais retrógrados das igrejas católica e evangélica, incluindo velhas e conhecidas organizações como o Opus Dei e a TFP.
Venício Lima
A interdição do debate verdadeiramente público de questões relativas à democratização das comunicações pelos grupos dominantes de mídia funciona como uma censura disfarçada. Este é o “efeito silenciador” que o discurso da grande mídia provoca exatamente em relação à liberdade de expressão que ela simula defender.
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Parabéns Gouveia!
Muito bom te encontrar na rede. Quero ouvir…
Para nós educadores, é uma dor a cada morte de…