Assumir nossa responsabilidade seria a atitude mais corajosa para mudar nosso país, mas não apenas para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 com o compromisso principal de proteger os estrangeiros que estarão aqui. Claro que eles merecem segurança, mas porque não protegemos a nós mesmos e nos reinventamos como nação? O povo brasileiro não precisa de heróis, nem de vilões. O que vai levar à solução não é levantar as armas, mas o contrário: baixá-las. Pegando o jargão do filme Tropa de Elite II, que diz que “o inimigo agora é outro”, a pergunta que poderia vir junto voltada para nossa realidade é quem é este inimigo? O outro mesmo, ou nós mesmos? O artigo é de Luciana Burlamaqui.
"Quem associar pobreza a violência estará, involuntária e inadvertidamente, justificando o procedimento do policial", afirma Luiz Eduardo Soares. Entrevista concedida ao Le Monde Diplomatique Brasil na Edição de agosto de 2010.
Análise de Jaime Amparo-Alves publicada no Brasil de Fato - No país do futebol, o estado de exceção e a política do terror urbano
adorei a tramisão de conhecimento deste evento, que na qual…
http://maximalblog.net/AZIPICS/2012-05-07_00381.jpg http://maximalblog.net/AZIPICS/AzithromycinPics_00021.jpg
http://maximalblog.net/AZIPICS/imagesenter.jpeg
price of azithromycin ,azithromycin std ,antibiotic to…
estamos muito acostumados com o deixar q a puliciaa cuide,…
Parabéns Gouveia!
Muito bom te encontrar na rede. Quero ouvir…